Trata-se nem mais nem menos da falsidade caluniosa e porca lançada pelo fascismo de que, durante a visita de Marcelo Caetano a Londres, Mário Soares teria pisado a bandeira nacional. Parabéns " Expresso", 40 anos depois do 25 de Abril, não há nenhum comunista que escreva nas tuas páginas mas nela ainda ressoa a voz da PIDE e do fascismo.
26 de abril de 2014
25 de abril de 2014
Histórico: capa do «i» celebra 25A com um Especial Chivas Regal
12 de abril de 2014
De Vasco para Vasco ou como a gratidão não deve proibir a franqueza
«Falhou a organização dos portugueses, principalmente os partidos políticos. Falharam rotundamente. Os partidos acabaram por transformar-se em agências de empregos e agências de conquista do poder pelo poder. Criaram um sistema em que vão das jotas ee começam a ter empregos assim que têm 20 anos, bem remunerados, muitos deles. Basta comparar os vencimentos dos assessores dos ministros com 20 e poucos anos com os de coronéis, professores universitários, médicos». (...) Fala-se no arco da governação e eu falo do arco do sistema . Todos eles estão interessados em manter o sistema porque lhes convém e por isso é difícil dar a volta a isto.»
Vasco Lourenço,
em entrevista ao jornal «i»
Lido isto, eu só pergunto :
Como se sentiria Vasco Lourenço se eu o metesse a ele numa mesmo saco générico de «os militares» em que também entrassem Spínola, Rafael Durão e outros que tais ?
10 de abril de 2014
Rentes de Carvalho rente à fantasia
Em entrevista ao Díario de Notícias de 5 de Abril, o celebrado escritor J. Rentes de Carvalho, lá para o fim, afinfou esta afirmação : « Para mim, Cunhal continua fascinante, tanto pela personalidade como pelo facto de, tão ortodoxa e rabidamente comunista, ser também familiar de quem era. Há material de teatro no facto do líder do PCP ter sido cunhado de António Gonçalves Rapazote, ministro do Interior de Salazar e patrão da PIDE».
Achei isto estranho e contei isto ao meu paizinho mas infelizmente os comentários que ele fez sobre o escritor e a esta sua afirmação são impublicáveis.
Se a afirmação fosse verdadeira, não haveria nenhum problema, até porque ninguém escolhe os cunhados. A sua importância está porém apenas em que é fantasiosa e falsa.
Na verdade, e deixando agora de lado a evidência de que nem todos os Cunhais, como os Sousas, têm de ser família, qualquer sitio de genealogia explica que Gonçalves Rapazote foi casado com uma Maria Alice Cunhal Patricio que não era irmã de Álvaro Cunhal. E a irmã deste, Maria Eugénia Cunhal, foi casada não com o irmão de Gonçalves Rapazote mas com o médico Fernando Medina.
O escritor Rentes de Carvalho fica assim comprovadamente sem «material de teatro» e, na medida em que a idade lhe permitir, devia desistir de levar para as entrevistas elementos de ficção.
23 de março de 2014
"Público " impresso e online : descubra a diferença
11 de março de 2014
7 de março de 2014
O "Le Monde" e a "revolução azul" em Portugal
[tradução automática do Google] - Lisboa, 7 de Março de 2014 - Para surpresa de todo o mundo, na sequência de uma enorme e irada manifestação de polícias que desembocou numa invasão e ocupação do Parlamento, o governo de Portugal foi ontem derrubado e substituido por uma "Comissão Provisória de Regeneração Nacional" que já intimou o Presidente da República a convocar eleições legislativas antecipadas e que se proclama dirigente de uma «revolução azul" (numa óbvia relação com a cor das fardas policiais). Embora exprimindo as suas preocupações com a situação criada, tanto a União Europeia como os EUA já reconhecer o novo poder, limitando-se a fazer votos que a legalidade constitucional seja reposta logo que possível. O português Durão Barroso, Presidente da Comissão Europeia, declarou que esta atitude da UE se justifica plenamente por comparação com a adoptada no caso da Ucrânia, tanto mais que «em Lisboa, ao contrário de Kiev, os manifestantes não tinham armas, não houve nem snipers nem disparos nem mortos». Por sua voz, Thomas Paxton, porta-voz do Departamento de Estado norte-americano situou as alterações políticas registadas em Portugal num quadro de «mal estar social generalizado» e disse esperar que Portugal «honre todos os seus compromissos internacionais».
23 de fevereiro de 2014
Passos com Relvas: tão mal no Coliseu como nas sondagens
21 de fevereiro de 2014
Para estes tempos amargos, talvez os bombons de Brel há 50 anos
5 de fevereiro de 2014
2 de fevereiro de 2014
A maioria sentiu-se LIVRE para não aparecer e/ou não votar
«Dos 250 congressistas anunciados, apenas votaram 94 pessoas, 89 das
quais a favor da lista (única) de Rui Tavares para o grupo de contacto
(órgão executivo) e cinco abstiveram-se».
(no «Público)
(no «Público)
Enfim, um belo e entusiasmante começo !
18 de janeiro de 2014
Hoje também homenageio a memória de Ary mas quero lembrar a Tonicha
Estava na cara que o mandante só podia ser Passos Coelho
Podem chamar-se todos os nomes que se quiser à rapaziada paralamentar da JSD que só perdem as que caírem no chão. Mas não adianta fazer de conta que são eles os grandes responsáveis poupando quem tomou as decisões realmente importantes sem as quais a iniciativa (encomendada) da JSD não passaria de um jogo de berlinde.
E é preciso dizer isto porque ainda hoje no Público um antigo militante da JSD, de seu nome Reis Santos publica este violento artigo
10 de janeiro de 2014
Pa(n)teando Vasco Pulido Valente em vida
.Escrevendo não no «Inimigo Público» mas na última página do «Público», o sempre incontornável Vasco Pulido Valente ocupa-se hoje da momentosa e dilacerante questão do Panteão e começa logo com uma admirada cultura e erudição que nos informa que a coisa, «como tudo o que é mau», nasceu com a Revolução Francesa para depois, no fim, desembocar numa lista das suas objecções à trnsladação para tal sítio de Eusébio. Até aí, mais ou menos tudo bem e sobretudo nada que me incomode a mim que sobre esta problemática tenho mais hesitações e flutuações de opinião do que certezas. O pior está que, pelo meio, VPV, depois listar os que estão no Panteão, escreve que muitos deles se guerreavam e detestavam e que «se os mortos falassem, concerteza que estes mortos não se falariam». Ora parece-me a mim que desta douta observação devia resultar a alteração da legislação sobre a trasladação de figuras públicas para o Panteão, determinando-se que isso só pode acontecer com pessoas que tenham sido compinchas uns dos outros. Entretanto, como toda a gente sabe, nos cemitérios normais, os mortos falam todos muito bem uns com os outros e dão-se lindamente
8 de janeiro de 2014
Merkel e a longa mão da RDA ou...
... ou uma história mal contada pois não é de crer que, num país tão atrasado como aquele, se fabricassem skis e houvesse gente que fosse esquiar !.
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