11 de setembro de 2013
40 anos depois, memória comovida sobre o Chile heróico
4 de setembro de 2013
A pergunta que o «i» devia fazer a Carlos Brito era...
... durante os muitos anos em que foi director do «Avante!» quantas vezes o jornal que dirigia publicou fotos de Vital Moreira, Zita Seabra, Vítor Louro e Veiga de Oliveira ?
27 de agosto de 2013
26 de agosto de 2013
24 de agosto de 2013
Rapaziada vagarosa: CIA demora 60 anos a admitir o que toda a gente estava farta de saber
15 de agosto de 2013
O que José Milhazes não foi capaz de acrescentar
Em recente entrevista ao «i», o jornalista José Milhazes refere as circunstâncias em que foi para a União Soviética mas não foi capaz de dizer algo parecido com aquilo que eu acrescentei a castanho.
13 de agosto de 2013
Saibam para que pode servir o valor supremo da dignidade humana
17 de julho de 2013
Encontro BE-PS: parece que não correu bem, agora imaginem que...
14 de julho de 2013
Mais uma do inenarrável Monteiro
Pondo a tocar uma cassete cheia de bafio , em prosa no Expresso online Henrique Monteiro atira-se aos Verdes e fundamenta toda a sua diatribe no facto de aquele partido nunca ter concorrido sózinho a eleições.
Fico à espera que Henrique Monteiro me conte a que eleições é que a ASDI (com quem o PS se coligou na FRS em 1980), e que era dirigida por Sousa Franco, concorreu antes de 1980 e se depois dessas eleições, os seus deputados eleitos nas listas da FRS não ocuparam os seus lugares e não exerceram todos os direitos que os Verdes tem exercido.
11 de julho de 2013
Tantas notícias sobre a Bolívia e as FARC e nunca nos contaram isto !
enterrados não certamente assim...
... mas talvez assim
O facto de estar longe de ser um apoiante de todas as orientações ou métodos das FARC não me impede de registar que alguns jornais portugueses e estrangeiros dão hoje a notícia de que o Conselho de Estado da Bolívia revogou a decisão tomada há 11 anos de dissolver a União Patriotica - considerada um partido próximo das FARC - alegando que a comisão eleitoral que tomou tal decisão não ponderou o «genocídio político» de que aquele partido tinha sido alvo. As notícias explicam depois que «os primeiros assassínios aconteceram logo em 1986, meses depois da UP se estrear nas legislativas com a eleição de 14 senadores e congressistas. Na década seguinte, três mil militantes e dirigentes - incluindo dois ex-candidatos presidenciais e oito congressistas -foram mortos pelas forças de segurança, paramilitares de direita ou narcotraficantes ».
Cá e no estrangeiro li milhares e milhares de palavras sobre Ingrid Betancourt mas só agora me deram a ler estas. Porque será ?
9 de julho de 2013
É impressão minha ou estão bronzeados, perdão, queimados ?
8 de julho de 2013
4 de julho de 2013
Se perguntar não ofende, pergunto a Pacheco Pereira...
(...)Do outro lado, da esquerda, o PCP tem-se mostrado um deserto ideológico e
político, preso numa linguagem de pau, em que o “Pacto de Agressão” é
uma versão de como a escolástica se sobrepõe ao debate (...)
José Pacheco Pereira aqui
E eu, que até sou um adepto do
«nem sempre sardinha, nem sempre galinha» pergunto:
«nem sempre sardinha, nem sempre galinha» pergunto:
porque é que
"memorando de entendimento» ou
«memorando da troika»
repetidos mil vezes não são
"língua de pau"
"língua de pau"
mas
«pacto de agressão»
repetido cem vezes
já é «língua de pau» ?
Será que convém que o debate se faça apenas em torno de definições brancas e neutras ou, pelo contrário, não será que é com caracterizações claras que melhor se pode debater ?
28 de junho de 2013
A última de Vasco Pulido Valente Correia Guedes
Com aquela empáfia que faz parte do seu código genético (embora os seus respeitáveis pais estejam absolutamente inocentes), Vasco Pulido Valente termina hoje no "Público" a sua crónica sentenciando, como sempre sem apelo nem agravo, que «a greve geral não passa de uma homenagem obsoleta a uma tradição morta». Confesso a minha poderosa e devastadora desilusão. É que eu estava à espera que quem está sempre a conduzir-nos para as experiências e lições do século XIX português tivesse acrescentado algo como «O que, aliás, já acontecia no tempo de Fontes Pereira de Melo».
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